PORTUGAL RUGBY - ELEGIBILIDADE PARA EQUIPA NACIONAL REPRESENTATIVA

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ELEGIBILIDADE PARA EQUIPA NACIONAL REPRESENTATIVA

Novembro 24, 2021

O Conselho da World Rugby aprovou uma alteração aos regulamentos desportivos que regem a representação das seleções nacionais principais, permitindo agora que um jogador internacional seja transferido de uma Federação para outra, desde que demonstre uma ligação próxima e demonstrável a essa nova Federação.

A partir de 1 de janeiro de 2022, para poder ser elegível para uma outra Selecção Nacional, o Regulamento 8 revisto exige o cumprimento dos seguintes critérios:
  • O jogador deve ter nascido no país para o qual pretende transferir-se ou ter pais ou avós aí nascidos;
  • O jogador deve ter estado afastado do rugby internacional durante os últimos 36 meses;
  • O jogador só poderá mudar de Federação uma única vez e deverá obter, para esse efeito, a aprovação do Comité de Regulação da World Rugby.
A partir de 1 de janeiro de 2022, qualquer jogador que cumpra os critérios acima referidos, pode solicitar imediatamente a sua transferência.

Esta revisão teve a sua base numa proposta apresentada pelo Presidente da Federação Portuguesa de Rugby, Carlos Amado da Silva, e tem dois objectivos principais:
  • Permitir que jogadores experientes e com a sua carreira internacional, pelo país da sua primeira escolha, terminada, possam integrar selecções de países menos cotados mas aos quais se encontram ligados por laços de origem e assim contribuir para o seu desenvolvimento e para um maior equilíbrio competitivo internacional;
  • Tendo os jogadores como seu foco principal, impedir o abuso — nomeadamente através da "equipa imediata à Selecção Principal Representativa" — da "captura" de jovens promessas que ficavam presas para o resto da vida a uma Federação pela habilidade de uns minutos de prestação internacional sem qualquer tipo de continuidade.  
Assim e de acordo com o Novo Regulamento sobre a Eligibilidade Internacional, qualquer jogador que tenha representado uma selecção de uma dada Federação pode pedir a sua transferência para outra Federação desde que tenha cumprido os critérios agora estabelecidos, podendo portanto continuar a sua carreira de jogador internacional. Como seria e por exemplo, o caso de Morgan Parra, de 33 anos, internacional francês por 71 vezes e que, por ser filho do português António Parra e por ter realizado o seu último jogo internacional a 10 de Fevereiro de 2019, poderia transferir-se para a Federação Portuguesa de Rugby e, eventualmente, pertencer ao grupo dos Lobos que irão disputar a Men's Championship 2022 da Rugby Europe.

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